José Luís Hopffer Cordeiro ALMADA
né en 1960

Biographie


José Luís Hopffer Cordeiro Almada est né le 9 décembre 1960 à Pombal, sur l'île de Santiago.
Fils de Júlia Furtado do Livramento Lopes (1918-2016) et de António Hopffer Cordeiro Almada (1919-1975), il épouse Venulda Maria Baptista Correia (1961-), de Brava, avec laquelle il a un fils prénommé Frederico. Puis après un divorce, il vit avec Isabelle Clemence Andriamaheninarivo (1959-), de Madagascar, dont il a également un enfant prénommé Sven. Il est le frère cadet de l'écrivain et homme politique David Hopffer Almada.
Après un cursus scolaire normal, il obtient une licence en Droit à l'Université Karl Marx de Leipzig, et poursuit ses études avec un diplôme postgrade en Sciences juridiques et en Sciences politiques et internationcales à l'Université de Lisbonne.
Il entre alors dans la fonction publique et obtient divers postes au sein des départements gouvernementaux.
Malgré cela, José Luís Hopffer C. Almada offre de nombreuses facettes complémentaires, à savoir juriste, poète, essaiste, analiste et comentateur radiophonique à la RDP-África et la RTP-África.
Il réside actuellement à Lisbonne oú il exerce la vice-présidence de la Direction de l'Association capverdienne, responsable de son département culturel.

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Oeuvres littéraires


José Luís Hopffer C. Almada a une activité culturelle importante. Non seulement, en plus de ses ouvrages, il collabore à de nombreux périodiques papier ou numériques, tel Voz di povo / Voz di letra, Pré-textos, Fragmentos, Direito e cidadania, Lusografias, A semana, Liberal-Cabo Verde, Buala  (web), etc.
Par ailleurs, il co-fonde et dirige la revue Fragmentos, participe au Movimento pró-cultura (1986), à Praia, co-fonde les Editions Spleen dans la même ville, qui éditent nombre d'auteur(e)s capverdien(ne)s, et dirige l'Association de écrivains capverdiens en 1989-1992 et en 1998.
Friand des colloques et autres réunions d'écrivains, il voyage tour à tour en Angola, au Brésil, en Belgique, à Cuba, au Mozambique, aux Pays-Bas, au Portugal, au Sénégal, en Suisse...
On lui doit l'anthologie des "novissimos poetas cabo-verdianos", Mirabilis de veias ao sol, publiée en 1988 et rééditée en 1991 et 1998. Et aussi l'ouvrage O ano mágico de 2006 - Olhares retrospectivos sobre a história e a cultura cabo-verdianas  parue en 2008 sous l'hégide de l'IBNL.
En plus de son nom officiel, il utilise les alias N'Zé di Sant'y Águ, Zé di Sant'y Águ, Alma Dofer Catarino, Erasmo Cabral de Almada (poésie), Tuna Furtado (articles et essais) ou encore Dionísio de Deus y Fonteana (chronique littéraire et fiction).

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INSULA VERDIANA

          a Corsino Fortes e Kaká Barbosa,
          com o pulso ancorado nas águas de Caboverde


Do irruptivo fogo
          e dos seus rastos de lavas
            restolham cinzas frementes
                              em seiva

Da seiva em espiga
cresce o milho demente
            sobre o inóspito e virgem rosto da ilha

Da ilha
nasce o país
naufragado
no mar e na maresia

E da dor da solidão
cresce a bandeira à deriva
sob o comiserado olhar 
                    de Geba distante

De Nacho a Notcha
de Eugénio a Homero
é igual a insígnia
da língua metafórica
          nas pétalas
dos sisais florindo
          entre a aridez da bruma
                    e a rude altivez da cabra

São ardentes
as mãos do harmatão
          moldando as ancas famélicas da penúria
            e a fúria do vento leste
          esculpindo as faces obliquas da revolta
nos passos destemidos de Gervázio a Ambrósio

Sagrado é porém
o sal que nos circunda
e pujante
o milho onírico
da espiga da bandeira
          rescendendo em olorosa fogueira
            crepitando em dolorido fogo
                              as faces trémulas
          do pão e da espada da liberdade
            na irrupção ouro-rubro-verde
                    do búzio do milho e da estrela negra
               no ressurecto martírio de Amílcar

Ainda que
da lava dormente
sobre o arquipélago
nasçam cinzas e pedras soltas
na solidão de cada ilha
e das rugas das acácias
sobre o rosto temente do ilhéu
cresça o distante e histérico riso do poder

da fronte salgada
do medo e do naufrágio
entretecem-se
novos presságios
na paisageme metafórica
da nascitura face do arquipélago
e das suas mãos em flor...


Revista Africa e Afrícanidades, n° 13 (2011), p. 65-66

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SAUDADE VÁRIA

Santiago
               água da saudade
                        vária e badia
                 imersa em íris de revolta
                                                   calada
                  e no retenir do repentino
                                                   djatu

               tu és a terra dos amores floridos
                   na cana e na laranjeira
                   na núpcia e na morte

               tu és o eterno sorrir di Adão e Eva
                         e sua musculatura de
                                                    pedra
                                                sobre o rosto do
                                                             Piku Ntoni

               tu és o ego dilacerado
                                                     na esquizofrenia
                                                     de todos os dias
                         e na imensidão da carna castanha
                         salpicada de verde

               tu és a comunhão das origens
                       nos aborígens dos genes
                                        insulos e diários

               tu és batuque e adultério de pés
                      na escadaria do quotidiano

               tu és arvore e tabanka
                      nas cidades desfigurada e abúlicas
                                         de cosmopolitismo e espanto

               tu és
                       santo sem pedestal
                       água sem ribeira
                       aragem sufocada

               tu és o tórax do meu choro
                       e as vértebras da minha coragem

               tu és Santiago
                       o cabo de todos os destinos
                       o verde da primeira rocha
                       o triângulo do que vai ser

Praia, 22 de Julho de 1986
(Mirabilis de veias ao sol , 1998, p. 313-314)



Bibliographie


Oeuvres

  • Sonhos caminhantes, (Praia): Pedro Cardoso Livraria, 09/2017, 169 p., 24 cm.
  • Rememoração do tempo e da humanidade: poema de N'Zé de Sant'y Águ), Lisboa: Imprensa nacional - Casa da Moeda, 2015, 306 p., 24 cm. (coll. Escritores dos países de língua portuguesa, n° 42)
  • Praianas (revisitações do tempo e da cidade): poema de N'Zé de Sant'y Águ, Praia: Spleen Edições, 2009, n/a p.
  • Assomada nocturna: poema de N'Zé di Sant'Y Águ, Viana do Castelo: Câmara municipal de Viana do Castelo, 2005, 114 p., 21 cm.  (coll. Cadernos da lusofonia, n° 6)
  • Assomada nocturna, Praia: ICLD, 1993, n/a p.
  • À sombra do sol: seis cardenos de poesia, Praia: Ed. Voz di povo e Movimento pró-cultura, 1990, 2 vol., 154 p. + 92 p.
  • Assomada nocturna: poesia, Praia: ICLD, 1982, 45 p., 21 cm. (coll. Poesia)

Périodiques

  • "O cativante esplendor literário de Germano de Almeida", buala.org, 03/07/2018, en ligne  (web)
  • "A aventura diaspórica do povo cabo-verdiano", Latitudes: cahiers lusophones. La diaspora capverdienne en France, n° 32 (04/2018), p. n/a
  • "Deslumbrante estupefação. Posfácio a Histórias contadas, baseadas em mitos, contos e lendas da ilha de Santiago  de João Deus Lopes da Silva (Lisboa, 03/2014)", buala.org, 14/03/2018, en ligne  (web)
  • "Sonhu sonhadu, Sonho sonhado, Dreamt Dream  de Carlota de Barros (III?)", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XXIV, n° 134-135 (01/2016), p. 18-19
  • "Sonhu sonhadu, Sonho sonhado, Dreamt Dream  de Carlota de Barros (III)", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XXIV, n° 130-131 (07-08/2015), p. 25
  • "Sonhu sonhadu, Sonho sonhado, Dreamt Dream  de Carlota de Barros (II)", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XXIV, n° 128-129 (04-05/2015), p. 19 + 22
  • "Que caminhos para a poesia caboverdiana? Alguns apontamentos a propósito de recentes polémicas sobre a identidade literária caboverdiana", Pré-textos: revista de artes, letras e cultura, II série, n° 5 (05/2014), p. 31-54
  • "Sobre Sonhu sonhadu, Sonho sonhado, Dreamt Dream  de Carlota de Barros", buala.org, 07/07/2014, en ligne  (web)
  • "Cabo Verde - Orfandade identitária e alegada (im)pertinência de uma poesia de negritude crioula (III)", buala.org, 28/03/2013, en ligne  (web
  • "Cabo Verde - Orfandade identitária e alegada (im)pertinência de uma poesia de negritude crioula (II): (Im)pertinência histórica e actual de uma poesia caboverdiana da afro-crioulitude e/ou da negritude crioula?", buala.org, 28/03/2013, en ligne  (web)
  • "Cabo Verde - Orfandade identitária e alegada (im)pertinência de uma poesia de negritude crioula (I): Discursos da crioulitude e síndroma de orfandade identitária", buala.org, 27/03/2013, en ligne  (web)
  • "Das tragédias históricas do povo cabo-verdiano e da saga da sua constituiçõ e da sua consolidação como nação crioula soberana", buala.org,  17/02/2012, en ligne  (web): texte publié originalement en 2009-2010 sur le site tertúliacrioula.com, aujourd'hui inactif
  • "Que caminhos para a poesia cabo-verdiana? Antigos e recentes debates e controvérsias sobre a identidade literária cabo-verdiana", Navegações: revista de cultura e literaturas de língua portuguesa, vol. IV, n° 1 (01-06/2011), p. 92-106  (web)
  • "Alguns apontamentos a propósito de recentes polémicas sobre a identitade literária cabo-verdiana - 2: Arménio Vieira, uma fulgurante ilustração da mudança de paradigma na poesia cabo-verdiana", buala.org, 04/09/2010, en ligne (web)
  • "Alguns apontamentos a propósito de recentes polémicas sobre a identitade literária cabo-verdiana - 1", buala.org, 21/08/2010, en ligne  web)
  • "O fim do Caminhu longi  de Augusto Nascimento", didinho.org, fin 2007, en ligne  (web)
  • "O caso Amílcar Cabral", didinho.org, 05/04/2007 (revisto 19/01/2008), en ligne  (web)
  • "Capitalidades: um olhar retrospectivo sobre alguns aspectos da cultura e da história cabo-verdiana", A semana, n° n/a (11/03/2007), p. n/a
  • "Henrique Teixeira de Sousa: um claridoso de segunda vaga e um neo-claridoso na ficçõ cabo-verdiana", Pré-texto  (Praia), II série, n° 1 (12/2006), p. 35-51
  • "O teatro em Cabo Verde: breve historial (dos primórdios aos anos 80)", KCultura: revista de estudos cabo-verdianos, n° especial (09/2001), p. 201-206
  • "Política cultural e desenvolvimento auto-sustentado: poder político, sociedade civil e cultura em Cabo Verde", Direito e cidadania, ano II, n° 5 (1999), p. 107-123
  • "Despojos do navio "Leymuiden"", Direito e cidadania, ano I, n° 2 (1998), p. 139-159
  • "Nha Bibinha Kabral: bida y obra", Cultura: revista semestral, ano I, n° 2 (1998), p. 123-131
  • "A ficção cabo-verdiana pós-claridosa", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano VII, n° 24 (06-07/1997), p. 12 + 22 + 23
  • "Homogeneidade e heterogeneidade da cabo-verdianidade", Fragmentos: revista de letras, artes e cultura, n° 11-15 (1997), p. 28-37: note: très souvent daté 2007, avec la seule page 28
  • "A organização da Tabanca", Cultura: revista semestral, ano I, n° 1 (09/1997), p. 84-88
  • "A ficção cabo-verdiana pós-Claridade", Artiletra, ano IV, n° 24 (1997), p. 12
  • "A padronização do crioulo e a sua correlação com a preservação da língua cabo-verdiana", Correio quinze, ano II, n° 24 (1995), supl. p. I-IV
  • (FR) "Hasard", Sépia: revue culturelle et pédagogique francophone, n° 20 (1995), p. 16
  • "A consciêncialização étnico-racial do cabo-verdiano na diáspora", Novo jornal Cabo Verde, ano III, n° 316 (1995), p. 4-5
  • "Homogeneidade e heterogeneidade da cabo-verdianidade", Novo jornal Cabo Verde, ano III, n° 310 (1995), p. 16-17
  • "Homogeneidade e heterogeneidade da cabo-verdianidade", Notícias áfricanas, n° 120 (14/08/1995), p. 8
  • "Realidade do rosto na aparência da máscara", Correio quinze, ano I, n° 6 (1994), p. 18-19
  • "A formação da sociedade foguense em  Ilhéu de contenda: tese, antítese, síntese", Fragmentos: revista de letras, artes e cultura  (Praia), n° 9-10 (1993), p. 108-109
  • "A poética caboverdeana e os caminhos da nova geração", Fragmentos: revista de letras, artes e cultura  (Praia), n° 7-8 (12/1991), p. 5-21
  • "António Pedro: a saga islenha de um poeta de caboverdianidade bissexta vista por Dionísio de Deus y Fonteana", Fragmentos, n° n/a (1987); réédition: buala.org, 31/08/2011, en ligne  (web)
  • "Ainda sobre o crioulo e seus apaixonados: 1 - as "novas vertentes" do crioulo", Voz di povo, ano XI, n° 545 (1986), p. 11-13
  • "Jorge Tolentino ao Voz di letra: estou convencido de que existe por aí nas nossas ilhas um número considerável de jóvens que se dedicam às letras", Voz di letra  (suplemento da Voz di povo), n° 7 (1986), p. 6-7

Recueils collectifs - Anthologies - Autres

  • Erica Antunes Pereira / Maria de Fátima Fernandes / Simone Caputo Gomes (ed.), Cabo Verde, 100 poemas escolhidos, Praia: Ed. Pedro Cardoso, 2016:
  1. "Antichuva", p. 144
  2. "País ilhéu", p. 145-146 
  • Amosse Mucavele (ed.), A arqueologia da palavra e a anatomia da língua: antologia poética, Maputo: Revista de literatura moçambicana e lusófona, 2013:
  1. "Mulheres de Verde", p. 41-42
  2. "Passarinha de bico de lacre", p. 43-45
  • "O desterro do poeta", in Margarida Calafate Ribeiro / Silvio Renato Jorge (ed.), Literaturas insulares: leituras e escritas de Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, Porto: Edições afrontamento, 2011, p. 261-263
  • Ricardo Riso (ed.), "Cabo Verde: antologia de poesia contemporânea", Revista Africa e Afrícanidades, ano IV, n° 13 (05/2011):
  1. Parábola sobre o castanho sofrimento", p. 57-64
  2. "Insula verdiana", p. 65-66
  3. "Tabanka", p. 67-68
  4. "Mitologia crioula III", p. 69-70
  5. "Na morte de Baltazar Lopes da Silva (Que também é o poeta Osvaldo Alcântara)", p. 71-73
  6. "Liepzig", p. 74-75
  7. "Fedor dos relâmpagos", p. 76
  8. "Incongruências III", p. 77-79
  9. "Cidade IV", p. 80-83
  10. "Prenúncio do silêncio", p. 84-85
  11. "O desterro do poeta (ao Arménio Vieira)", p. 86-87
  12. "À sombra do sol", p. 88
  13. "Nunca se atrasa a saudade...", p. 89
  • "Parábola sobre o castanho sofrimento", in Francisco Fontes, Destino de Bai: antologia de poesia inédita cabo-verdiana, Coimbra: Saúde em português, 06/2008, p. 17-26
  • "Assomada nocturna (excerto)", in José Luis Tavares (ed.), "6 poetas vivos de Cabo Verde", Confraria. Arte e literatura, n° 18 (01-02/2008), en ligne (non paginé)
  • J.L.H.C.A. (ed.), O ano mágico de 2006: olhares retrospectivos sobre a história e a cultura cabo-verdianas, Praia: IBNL, 2008, 864 p., 26 cm. (coll. Estudos e pesquisas)
  • "Funcionalização político-ideológica e síndromes de orfandade nos discursos identitários cabo-verdianos", in J.C. Fonseca (ed.), Cabo Verde. Três décadas depois, Praia: Direito e cidadania, 2007, p. 265-373: número especial Direito e cidadania, ano VIII
  • Filinto Elísio Correia e Silva (ed.), Cabo Verde, 30 anos de cultura (1975-2005), Praia: IBNL, 07/2005:
  1. "A ficção cabo-verdiana pòs-independência: permanência e ruptura", p. 125-196
  2. "Estes poetas são meus. Algumas reflexões sobre a poesia cabo-verdiana, nos trinta anos da Independência nacional", p. 201-271
  • "Os olhos líricos da noite", in Alice Brás / Armandina Maia (ed.), Vozes poéticas da lusofonia, Sintra: Câmara municipal, 1999, p. 127-130
  • "Miragem", in Carmen Lúcia Tindó Ribeiro Secco (ed.), Antologia do mar na poesia africana de língua portuguesa do século XX, vol. II: Cap Vert, Rio de Janeiro: UFRJ, 1999, p. 140
  • (IT) Roberto Francavilla / Maria R. Turano (ed.), Isole di poesia: antologia di poeti capoverdiani, Lecce: Argo, 04/1999:
  1. "Tabanca", p. 115-117
  2. "Voci", p. 117-119
  3. "Memoria I", p. 119-120
  • Manuel Veiga (ed.), Cabo Verde: insularidade e literatura, Paris: Editions Karthala, 1998:
  1. "O papel do milho na simbolização da identidade cultural do Cabo-Verdiano / Le maïs dans le façonnement du système symbolique du peuple capverdien", p. 63-80 (PT) / p. 65-84 (FR)
  2. "A poetica cabo-verdiana pós-Claridade: alguns tracos essenciais da sua arquitectura / La poésie capverdienne post-Claridade: actualité de la littérature écrite", p. 137-165 (PT) / p. 143-174 (FR)
  3. "A ficção cabo-verdiana pós-Claridade: aspectos fundamentais da sua evolução / La fiction capverdienne post-Claridade: aspects fondamentaux de son évolution", p. 167-185 (PT) / p. 175-194​ (FR)
  • "Prefácio", in Euricles Rodrigues, Na kantar di sol: puema 1985-1991, Praia: Ed. do autor, 1991, p. n/a
  • J.L.H.C.A. (ed.), Mirabilis de Veias ao Sol: antologia dos novíssimos poetas cabo-verdianos, Lisboa: Caminho, 1988, 523 p.; rééditions: Praia: Instituto cabo-verdiano do livro e do disco / Lisboa: Caminho, 1991, 523 p.; Praia: IPC, 1998, 561 p.
  1. (FR) "Et les femmes se taisent", p. 278; 1998, p.306
  2. "Cidade I", p. 279-280; 1998, p. 307-308
  3. "Antichuva", p. 281; 1998, p. 309
  4. "O gafanhotos regressam", p. 282; "Meio-dia putrefacto", 1998, p. 310
  5. "Permanência", p. 283; 1998, p. 311
  6. "Vai, palavra!", p. 284; 1998, p. 312
  7. "Saudade vária", p. 285-286; 1998, p. 313-314
  8. "Mudjer!", p. 287; 1998, p. 315
  9. "Miragem", p. 288; 1998, p. 316
  10. "Loucura", p. 289; 1998, p. 317
  11. "A noite continuava pálida", p. 290; 1998, p. 318 
  12. "Kathin!", p. 291-292; "Katyn", 1998, p. 319-320
  13. "Shema", p. 293-294; 1998: supprimé 

Mauvaise attribution?

  • L'odoriférante évidence de soleil, qu'est une orange, ou a poesia como instância do remorso, Lisboa: Associação académica África Debate, 2002, n/a p. Note: titre exact d'un article de Tuna Furtado paru dans la revue Latitudes, cahiers lusophones, n° 12 (09/2001): (web)

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Etudes critiques


  • Alberto Carvalho, "Rememoração do tempo e da humanidade  de José Luís Hopffer C. Almada: exercício de semiótica", n/a (Lisboa), 2016, n.p.  (web)
  • Ricardo Silva Ramos de Souza, "As poéticas de Éle Semog e José Luís Hopffer Almada em contexto de literaturas negro-diaspóricas", Revista da Associação brasileira de pesquisadores(as) negros(as), n° 7 (2015), p. 273-293
  • Pré-textos: revista de artes, letras e cultura, II série, n° 5 (05/2014):
  1. Margarida Fernandes, "A história de Cabo Verde em O ano mágico de 2006", p. 65-72
  2. Dulce Pereira, "Mágica é a língua", p. 73-78
  3. Ruí Cidra, "A música de Cabo Verde proposta em Ano mágico de 2006", p. 79-84
  • Ricardo Silva Ramos de Souza, Afirmando outras versões da História... memória e identidade nas poéticas de Éle Semog e José Luís Hopffer C. Almada  (tese de mestrado), Maracanã (Brasil): Centro federal de educação tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET), 2014, n/a p.
  • Ricardo Silva Ramos de Souza, "José Luís Hopffer C. Almada - Um cidadão da saudade", A nação, n° 206 (11/08/2011), p. 20
  • Ricardo Silva Ramos de Souza, "José Luís Hopffer C. Almada - Praianas: revisitações do tempo e da cidade", Revista África e áfricanidades, ano II, n° 8 (02/2010), p. 1-4  (web)
  • Ricardo Silva Ramos de Souza, "Memória, pan-africanismo e revisão crítica da história no poema Australidade (na madrugada dos sons)  de José Luís Hopffer C. Almada", Cadernos CESPUC  (Belo Horizonte), n° 20 (2010), p. 95-110  (web)
  • Simone Caputo Gomes, "Sonhos caminhantes: périplos de cabo-verdianidade e aventuras de heteronímia poética / Sonhos caminhantes: periplus of capeverdianity and adventures of poetic heteronomy", Cerrados: programa de pós-graduação em literatura  (Universidade de Brasília), vol. 19, n° 30 (2010), p. 327-345  (web)
  • Ricardo Silva Ramos de Souza, "José Luís Hopffer C. Almada: Praianas", A nação  (Praia), n° 122 (31/12/2009), p. 6
  • Inocência Mata, "Percursos da memória, trilhos da nação", Scripta: revista do programa de pós-graduação em letras e do Centro de estudos luso-afro-brasileiro da PUC Minas  ​(Belo Horizonte), vol. XIII, n° 25 (2009), p. 217-239  (web)
  • Maria Armandina Maia, "Assomada nocturna: posfácio de Maria Armandina Maia", sondisantiagu, 05/07/2005, en ligne  (web)
  • Mário Fonseca, "Uma leitura de Assomada nocturna", Novo jornal Cabo Verde, ano II, n° 108 (1994), p. 8-9

Assomada nocturna

(1982)

Assomada nocturna

(2005)

Rememoração

(2015)

Sonhos

(2017)