Orlanda AMARILIS
(1924 - 2014)

Biographie


Orlanda Amarílis Lopes Rodrigues Fernandes Ferreira, plus connue sous le nom de Orlanda Amarílis, est née le 8 octobre 1924 à Assomada, sur l'île de Santiago, et meurt le 1er février 2014 à Lisbonne.
Fille d'Alice Lopes da Silva Fernandes et d'Armando Napoleão Rodrigues Fernandes, elle épouse en 1945 l'écrivain portugais Manuel Ferreira, dont elle a deux enfants: Sérgio (né au Cap Vert) et Hernâni (né à Goa).
Elle fait partie d'une famille de grands auteurs dont Baltazar Lopes, António Aurélio Gonçalves, Ivone Ramos, etc., et son propre père a publié le premier dictionnaire créole-portugais au Cap Vert.
Son parcours scolaire se fait à Mindelo, en particulier au Lycée Gil Eanes.
Par la suite, elle migre à Goa pendant 6 années, durant lesquelles elle poursuit ses études. Elle les achève à Lisbonne où elle suit deux cursus différents: cours de sciences pédagogiques et cours de "inspectores do ensino básico".
A noter que le couple, pour diverses raisons, séjourne encore en Angola et est amené à voyager dans le monde entier, en particulier au Canada, en Egypte, aux USA, au Mozambique, au Nigéria, au Soudan etc.

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photo barrosbrito.com (web)

Oeuvres littéraires


Orlanda Amarílis est une des principales écrivaines capverdiennes, auteure de nombreux contes ayant pour principaux thèmes les femmes de l'archipel ainsi que les émigrés capverdiens et le racisme auquel ils sont confrontés. Elle écrit également de la littérature enfantine.
Elle débute sa carrière avec la parution de la revue Certeza, en 1944. Puis elle collabore à des périodiques tels que Ponto e vírgula, Colóquio / Letras, Vértice, Oceanos, África, Voz di povo, Loreto 13... Elle co-dirige avec son mari, par la suite, la réédition de la revue Mensagem  de la Casa dos estudantes do Império, parue entre 1948 et 1964.
Ses contes sont traduits en allemand, en anglais, en holandais, en hongrois, en italien ou encore en russe.
Notons que malgré une faible production littéraire (quelques titres et articles), Orlanda Amarílis connaît une forte renommée et son oeuvre est le fruit de nombreuses études critiques ou universitaires.

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ACÊRCA DA MULHER

De algum tempo a esta parte, e agora especialmente, se vem levantando estas preguntas: haverá, na realidade, a tão apregoada inferioridade feminina? Será que a intelectualidade da mulher seja inferior à do homem?
Eis duas interrogações que condensam apenas uma hipótese, e à qual, neste curto artigo, vamos tentar responder.
Se recuarmos alguns séculos, veremos a mulher escravizada, subjugada, feita ser inútil, incapaz de raciocinar, inibida, portanto, de ter outra preocupações que não sejam o lar.
Qual a mulher que teria a ousadia de tentar equiparar-se ao homem? Qual a que teria a arrojada audácia de transpôr o círculo riscado por êle?
Ainda na idade primitiva, e a partir de certa altura, é já ele que, podemos dizer, valendo-se da sua superioridade física, imperamanda. Faz-se senhor dos meios económicos e, consequetemente, de tôda a ordem social. E essa escravidão vem se arrastanto pelos séculos fora. Êstes vão rolando, uns atrás dos outros, e ainda na Idade Mèdia a mulher é um brinquedo. O homem maneja-a a seu belo prazer como a criança brinca com a boneca. É um bibelot de carne e osso.

***

Com a Revolução Francesa mudou-se o rumo dos factos. O aparecimento das máquinas revolucionou tudo.
Para os magnates foi um verdadeiro acontecimento. Produziam quanto quisessem, utilizando menos operários. Na ganância louca de capitalizar e devido à lei da concorrencia, ultrapassam o limite da produção. E sobreveio uma catástrofe que ninguém esperava: a crise da abundancia. E logo a seguir, outra de não menos importancia e como consequencia desta a crise do desemprego.
Lares sem pão, miséria negra por todos os cantos...

***

As mulheres então, viram-se obrigadas, embora constrangidas, a sair do lar à procura de pão. A pouco e pouco vão invadindo as fábricas, as oficinas, etc. Uma das causas que imenso contribuiu para isso, foi o preço da mão de obra. Sendo consideradas inferiores ao homem, pagem-lhes menos e exigem-lhes as mesmas horas de trabalho.
E os anos rolando...
Agora são os escritórios que ela, surrateiramente, invade. Mais tarde as Universidades. Continua a ser aceite, sinal de que pode, mais ou menos, substituir o homem em qualquer ramo.
E temos então a mulher operária, guarda-livros, advogada, médica, engenheira, etc. Mme Curie, considerada como um dos maiores cérebros intelectual da mulher. Outrossim na literatura, poderemos citar Pearl S. Buck, Katherine Mansfield, H. Grace Carlisle, etc.
E hoje, nesta luta imensa dos nossos dias, pela igualdade, vemos a mulher trabalhando nas grandes fábricas de guerra, quer como as máquinas que o homem manejava; nos escritórios de guerra colaborando na luta, e até - sabe-se - encorporadas nas guarnições militares, quer da infantaria, que da aviação.
Ela  vai tendo a consciencia das suas possibilidades, e êle  o conhecimento do seu valor, isto é, dessas mesmas possibilidades.
E dentre a moderna geração uma pleiade de moços e moças, movidos pelos problemas importantes da nossa época, aceitam, naturalmente, esta verdade - e por ela lutam.
Eles tem a certeza que dessa verdade só a Humanidade terá a lucrar. Homem e mulher, serão amanhã os companheiros que se completam, e não o senhor e a serva de ontem e também ainda dos nossos dias.
Então, o mita da inferioridade feminina será para todos, como já é agora para nós, um fantasma da civilização.

Certeza: fôlha da academia, n° 1 (03/1944), p. 6

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Bibliographie


Oeuvres

  • A tartaruguinha, Praia / Mindelo: Instituto Camões - Centro cultural português, 1997, 35 p., 24 cm. (coll. Livros infanto-juvenis, n° 4 / ill. Filipe Alçada)
  • (IT) Soncente: racconti d'Oltremare, San Marino: Aiep Editore, 1995, 160 p., 21 cm. (coll. Melting Pot)
  • Cais-do-Sodré té Salamansa, Linda-a-Velha: ALAC, 1991, 85 p., 23 cm. (coll. Africana, n° 3)
  • Facécias e peripécias, Porto: Porto Editora, 1990, 33 p., 20 cm. (coll. Autores portugueses, n° 11)
  • A casa dos Mastros: contos cabo-verdianos, Linda-a-Velha: ALAC, 1989, 132 p., 23 cm. (coll. Áfricana, n° 2 / pref. Pires Laranjeira)
  • A casa dos Mastros: contos cabo-verdianos, Praia: ICLD, 1989, 129 p.
  • O.A. / Maria Alberta Menéres, Folha a folha 1: caderno de trabalho: 1a fase - 10 ano de escolaridade, Lisboa: Lisboa Editora, 1987, 80 p., 25 cm.
  • Ilhéu dos passáros, Lisboa: Plátano Editora, 1982, 132 p., 19 cm. (coll. Poliedro, n° 14)
  • Cais-do-Sodré té Salamansa, Coimbra: Centelha, 1974, 124 p., 18 cm. (coll. Ficção: Nosso tempo, n° 2)

Périodiques

  • "Mutações", Vértice  (Lisboa), n° 55 (1993), p. n/a
  • "Josefa de Santa Maria nas ilhas de Cabo Verde achadas pelo piloto Diogo Gomes e pelo Genovês Antonioto Usodimare, companheiro de cadanosto no ano de 1460", Oceanos, n° 10 (04/1992), p. 129-130
  • "Tosca", Voz di povo, ano XIV, n° 881 (1989), supl. p. 3
  • "O ponto da vírgula", Ponto e vírgula: revista de intercâmbio cultural, n° 13 (01-03/1985), p. 44-46
  • "Requiem", Loreto 13: revista literária da Associação portuguesa de escritores  (Lisboa), n° 4 (1980), p. n/a
  • "Luisa filha de Nica", África: literatura, arte e cultura, ano I, n° 1 (07/1978), p. 19-24
  • "Canal gelado", Colóquio / Letras  (Lisboa), n° 39 (1977), p. n/a
  • "Acêrca da mulher", Certeza: fôlha da academia, n° 1 (03/1944), p. 6

Recueils collectifs - Anthologies - Autres

  • "Thonon-les-Bains", in Silvie Spánková (ed.), Literaturas africanas de l'ingua portuguesa I. Antologia de textos literários, Brno (Tchèquie): Masarykova univerzita, 2014, p. 112-113
  • "n/a", in Ondina Ferreira, Elas contam..., Praia: IBNL, 2008, p. n/a 
  • (IT) "Tosca", Il gallo silvestre: rivista semestrale  (Siena), n° 10 (1998), p. n/a (trad. Marisa Turano)
  • "Mutaciones", in Rostros de Europa: autoras y autores de África y Asia / Faces of Europe: Authors from Africa and Asia, Barcelona: Trans Lit. - Virus, 05/1995, p. 131-140
  • "Posfácio", in Baltasar Lopes, Chiquinho, Linda-a-Velha: ALAC, 1993, p. n/a
  • "Josefa de Santa Maria nas ilhas de Cabo Verde achadas pelo piloto Diogo Gomes e pelo Genovês Antonioto Usodimare, companheiro de cadanosto no ano de 1460", in Onde o mar acaba: antologia de poesia e prosa sobre as descobertas, Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1991, p. 47-53
  • "Prefácio", in Ivone Aida F. Ramos, Vidas vividas, Mindelo: Gráfica do Mindelo, 1990, 82 p.
  • "Cais-do-Sodré", in Lúcia Cechin (ed.), Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe: poesia e conto, Porto Alegre (Brasil): UFRGS, 1986, p. 65-73
  • "Laura", in O fantástico no feminino, Lisboa: Edições Rolim, 1985, p. 167-182
  • "Cais-do-Sodré", in Maria Aparecida Santilli (ed.), Estórias africanas: história e antologia, São Paulo: Ática, 1985, p. 135-142
  • "Bico-de-Lacre", in Contos: o campo da palavra, Lisboa: Editorial Caminho, 1985, p. n/a
  • "Tosca", in David Mourão Ferreira (ed.), Afecto às letras: homenagem da literatura portuguesa contemporânea a Jacinto do Prado Coelho, Lisboa: Imprensa nacional - Casa da Moeda, 1984, p. 582-584
  • "Desencanto", in Escrita e combate: textos de escritores comunistas, Lisboa: Edições Avante!, 1977, p. n/a
  • "Alegoria", in Antologia: o texto manuscrito, Lisboa: Edições Avente!, 1975, p. n/a

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Etudes critiques - Articles


  • Eurídice Monteiro, "A escritora, depois de 50", Expresso das ilhas, n° 904 (27/03/2019), p. 10  (web)
  • Altamir Botoso, "A representação de personagens masculinas em contos de Orlanda Amarílis, Lygia Fagundes Telles e Maria Judite de Carvalho", Antares: letras e humanidades, vol. 10, n° 19 (01-04/2018), p. 24-44  (web)
  • Paul Melo e Castro, "The Heart of the Metropole: Urban Space and Interracial Relationships in Fidelidade  by Vimala Devi, Um encontro imprevisto  by Henrique de Senna Fernandes and Nina  by Orlanda Amarílis", Forum for Modern Language Studies, vol. 53, n° 4 (10/2017), p. 405-429  (web)
  • Elfi Kürten Fenske, "Orlanda Amarílis: o universo cabo-verdiano", Templo cultural Delfos, 05/2015, en ligne  (web)
  • s.n., "Morreu escritora cabo-verdiana Orlanda Amarílis", Jornal de notícias, n° n/a (03/02/2014), en ligne  (web)
  • Camila Marcia Foganholi Motta, Um retrato da figura masculina em contos de Orlanda Amarílis, Lygia Fagundes Telles e Maria Judite de Carvalho  (dissertação de mestrado), Marilia (Brasil): Universidade de Marilia (UNIMAR), 2014, n/a p.
  • Luciane dos Santos, "Saudades da minha terra: Cais-do-Sodré  da caboverdeana Orlanda Amarílis", in Sérgio Paulo Adolfo / Silvio Ruiz Paradiso (ed.), Letras diásporicas: tecituras literárias entre Brasil e África, São Francisco (Minas Gerais / Brasil): Virtual Books, 2014, vol. 1, p. 28-39
  • Camilia Marcia Foganholi Motta, "Resenha do livro Palavras compartilhadas: figuras femininas em conto de Orlanda Amarílis e Maria Judite de Carvalho", Revista Iluminart, n° 1 (2014), p. 181-182
  • Benjamin Abdala Júnior, "Globalização, cultura e identidade em Orlanda Amarílis", in Anne Begenat-Neuschäfer / Flavio Quintale (ed.), Vozes femininas de África, Frankfurt am Main: Peter Lang Edition, 2014, vol. 1, p. 59-72
  • Francesca Medaglia, "Orlanda Amarílis e il folklore capoverdiano", Palaver, n.s., vol. 3, n° 2 (2014), p. 83-100  (web)
  • Pedro Manoel Monteiro, Caminhos da ficção cabo-verdiana: Orlanda Amarílis, Ivone Aida e Fátima Bettencourt  (tese de doutorado), São Paulo: Universidade de São Paulo, 2014, 255 p. (web)
  • Fabiana Miraz de Freitas Grecco, Casa de silêncio, mar de solidão: o espaço literário nos contos de Orlanda Amarílis e de Sophia de Mello Breyner Andresen  (tese de doutorado), Assis (Brasil): Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), 2014, 204 p.  (web)
  • Fabiana Miraz de Freitas Grecco, "As mulheres-ilhas de Orlanda Amarílis: o conto Maira da Luz", in Tere Mendes / Luís Cardoso (ed.), A mulher na literatura e outras artes, Portalegre (PT): Instituto polítecnico de Portalegre, 2013, vol. 1, p. 346-350
  • Fabiana Miraz de Freitas Grecco, "As mulheres-ilhas de Orlanda Amarílis", Revista Pontos de interrogação, n° 2 (2012), p. 75-90  (web)
  • Geiza Rafaeli Gomes Felix, A representação do feminino no conto africano  Esmolas de merca de Orlanda Amarílis (monografia de graduação), Campina Grande: Universidade estadual da Paraíba, 2012, n/a p.
  • L. Sangaletti / Ana Paula Teixeira Porto / Luana Teixeira Porto, "Violência e exclusão: representação marginalidade de Mia Couto e Orlanda Amarílis", Letrônica, n° 5 (2012), p. 355-371
  • Jussara Oliveira Rodrigues, Cabo Verde em perspectiva feminina: a produção literária em língua portuguesa de Ivone Aida Ramos e Orlanda Amarílis  (dissertação de mestrado), São Paulo: USP, 2012, (80) p.  (web)
  • Maria Zilda Ferreira / Elisa maria Taborda da Silva, "Representações da diáspora na escrita de Orlanda Amarílis", Revista do Centro de estudos portugueses (UFMG), n° 31 (2012), p. 161-189
  • Altamir Botoso, "Integração, exílio e solidão no conto Cais-do-Sodré  de Orlanda Amarílis", ÍCO: revista de divulgação científica em língua portuguesa, linguística e literatura, n° 8 (07/2011), p. n/a; réédition: Altamir Botoso, Metamorfoses narrativas: estudos de textos de ficção, Bauru (Brasil): Canal 6, 2014, vol. 1, p. 161-172
  • Maria Salete Daros de Souza, "Particularidades cabo-verdianas nos contos de Orlanda Amarílis: um encontro literário no Brasil", in XI CONLAB: congresso luso-afro-brasileiro de ciências socias: diversidades e (des)igualdades (Salvador, 7-10/10/2011), 2011?, n.p.  (web)
  • Anderson Possani Gongora, "Dois contos africanos de expressão portuguesa: Cais-do-Sobré  de Orlanda Amarílis e "Mestre" Tamoda  de Uanhenga Xitu", in XII Congresso internacional Abralic - Centro, Centros Ética e Estética, Curitiba (Brasil): Centro, 2011, n.p.  web)
  • Altamir Botoso / Camila Rodrigues, Palavras compartilhadas: figuras femininas em contos de Orlanda Amarílis e Maria Judite de Carvalho, Bauru: Canal 6, 2011, n/a p.
  • Jair Zandoná / Maise Caroline Zucco, "Casas em exílio: fragmentos do feminino em personagens de Orlanda Amarílis", Revista investigações: linguística e teoria literária. Programa de pós-graduação em Letras da Universidade federal de Pernambuco, vol. XXIV, n° 1 (01/2011), p. n/a  (web)
  • Jane Fraga Tutekian, "Orlanda Amarílis: a caboverdeanizada vida", in Carmen Tindó Secco / Maria do Carmo Sepúlveda / Maria Teresa Salgado (ed.), África e Brasil: letras em laços, São Caetano do Sul (Brasil): Yendis Editora, 2010, p. 291-316
  • Suely Alves de Carlos, "Identidade, memória e gênero nas obras literárias de Orlanda Amarílis", Interdisciplinar, ano V, n° 10 (01-06/2010), p. 197-207
  • Jussara Oliveira Rodrigues, "Cotidiano feminino descrito em obras de Orlanda Amarílis e Ivone Aida Ramos", X SEL: seminário de estudos literários  (Assis), 2010, (8) p.  (web)
  • Jaqueline Teodora Cardoso da Costa, A ação pela palavra: diáspora e entre-lugar na escrita da intelectual Orlanda Amarílis  (tese de mestrado), Minas Gerais (Brasil): Pontifíca Universidade Católica de Minas Gerais, 2010, 101 p.  web)
  • Elisabete Ricardo Gomes, "Cosmopolitismo e diáspora cabo-verdiana em Orlanda Amarílis", in Dina Chainho Chora (ed.), Vozes de Cabo Verde e de Angola: quatro percurso literários, Lisboa: Universidade de Lisboa, 2010, p. 59-107: thèse, Universidade de Lisboa, 2006, 123 f.
  • Jaqueline Teodora Cardoso da Costa / Jaqueline Teodora Alves Cardoso, "O tempo espiratar na narrativa de Orlanda Amarílis", Cadernos CESPUC de Pesquisa: série ensaios, n° 18 (2009), p. 79-87
  • Prisca Rita Agustoni de Almeida Pereira, "Os espelhos da alteridade em Luisa, filha de Nica  de Orlanda Amarílis", Abril  (Niteroí), n° 2 (04/2009), p. 122-134  (web)
  • Suely Alves de Carlos, Identidade, memória e gênero nas obras literárias de Orlanda Amarílis e Clarice Lispector  (tese de mestrado), São Paulo: Universidade de São Paulo, 2009, 111 p.  (web)
  • Jaqueline Teodora Cardoso da Costa, "O tempo espiratar na narrativa de Orlanda Amarílis", in Carmen Lúcia Tindó / Silvio Renato Jorge / Maria Teresa Salgado Guimarães da Silva (ed.), Pensando África - III Encontro de professores de literaturas africanas, Rio de Janeiro: s.n., 2008?, vol. 1, p. n/a
  • Maria Aparecida Santilli, "Os dias de  Certeza: Teixeira de Souza, Manuel Ferreira e Orlanda Amarílis", in Maria Aparecida Santilli / Suely Fadul Villibor Flory (ed.), Literaturas de língua portuguesa: marcos e marcas. Cabo Verde, ilhas do Atlântico: em prosa e verso por Maria Aparecida Santilli, São Paulo: Arte e ciência, 2007, p. 52-78
  • Terezinha Taborda Moreira, "O tema do exílio na obra de Orlanda Amarílis", in III Encontro de professores de literaturas africanas de língua portuguesa, Rio de Janeiro: UFRJ, 2007?, p. 4142
  • Maria Armandina Maia, "Orlanda Amarílis: os passos em volta do Ilhéu dos Pássaros", in Inocência Mata / Laura C. Padilha (ed.), A mulher em África - Vozes de uma margem sempre presente, Lisboa: Edições Colobri, 2007, p. 269-281
  • Elisabete Ricardo Gomes, Cosmopolitismo e diáspora cabo-verdiana em Orlanda Amarílis  (dissertação de mestrado), Lisboa: Universidade de Lisboa, 2006, 123 f.
  • Benjamin Abdala Júnior, "Globalização, cultura e identitdade em Orlanda Amarílis", Veredas: revista da associação internacional de lusitanistas, vol. 7 (2006), p. 145-160
  • Claudia Pazos-Alonso, "Race and Gender: Orlanda Amarílis Caís-do-Sodré té Salamansa", Revue Lusotopie, vol. XII, n° 1-2 (2005), p. 45-53  (web)
  • Maria Regina de Barros, Emigrar é preciso, viver não é preciso  (tese de mestrado), Belo Horizonte: Pontifica Universidade Católica de Minas Gerais, 2005, 105 p.  (web)
  • Benjamin Abdala Júnior, "Globalização, cultura e idealização em Orlanda Amarílis", in s.n., De vôos e ilhas: literatura e comunitarismos, Cotia (Brasil): Ateliê Editorial, 2003, p. 287-302
  • Phyllis Peres, "Border Writing, Postcoloniality, and Critical Diference in the Works of Orlanda Amarílis", in Susan Canty Quinlan (ed.), Lusosex: Gender and Sexuality in the Portuguese-Speaking World, Minneapolis (MN - USA): University of Minnesota Press, 2002, p. 149-167  (web)
  • Isabel Maria Rondoni Martins Abranches Batista Ramos, O realismo na obra de Orlanda Amarílis, Évora: Universidade de Évora, 2002, 381 p.
  • Benjamin Abdala Junior, "Globalização, cultura e identidade em Orlanda Amarílis", Portuguese Literary and Cultural Studies, vol. 8 (2002), p. 213-226
  • Loida Pereira Peterson, Feminine Space in Short Stories of Lidia Jorge, Marina Coslanti and Orlanda Amarílis  (thèse de doctorat), Chapel Hill (US): University of North Carolina, 2001, 208 f.
  • Ana Maria Mão-de-Ferro Martinho, "Orlanda Amarílis, contista cabo-verdiana", Faces de Eva  (Lisboa), n° 55 (2001), p. 181-187
  • Pedro Manoel Monteiro, A noite escura e mais eu de Lygia Fagundes Telles e  A casa dos Mastros de Orlanda Amarílis: uma análise comparada  (dissertação do mestrado), São Paulo: USP, 2000, n/a p.  (web)
  • Via Atlântica  (São Paulo), n° 2 (07/1999)
  1. Benjamin Abdala Júnior, "Orlanda Amarílis, literatura de migrante", p. 76-89  (web)
  2. Jane Tutikian, "Inquietos olhares: a construção do processo de identidade nacional nas obras de Lídia Jorge e Orlanda Amarílis", p. 90-97  (web)
  • Maria Guterres, "O exílio nos contos de Orlanda Amarílis", in Ana Maria Mão-de-Ferro Martinho (ed.), A mulher escritora em África e na América Latina, Évora (Brasil): NUM, 1999, p. 9-17
  • Jane Fraga Tutikian / Tânia Franco Carvalhal (ed.), Literatura e história: três vozes de expressão portuguesa: Helder Macedo, José Saramago, Orlanda Amarílis, Porto Alegre: Editora da Universidade - UFRGS, 1999, 158 p. 
  • Maria Luiza Berwanger da Silva, "Notas de leituras a margem", in Tãnia Franco Carvalhal (ed.), Literatura e história: três vozes de expressão portuguesa: Helder Macedo, José Saramago, Orlanda Amarílis, Porto Alegre: Ed. UFRGS, 1999, p. 33-36
  • Jane Fraga Tutikian, "Orlanda Amarílis", Blau, contos e poemas  (Porto Alegre), n° 28 (1999), p. 8sq
  • Jane Fraga Tutikian, "Inquietos olhares: a construção do processo de identidade nacional nas obras de Lídia Jorge e Orlanda Amarílis", Via Atlântica  (São Paulo), n° 2 (1999), p. 90-97
  • Jane Fraga Tutikian, Inquietos olhares: a construção do processo de identidade nacional nas obras de Lídia Jorge e Orlanda Amarílis, São Paulo: Editora Arte e Ciência, 1999, n/a p.: thèse, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1998
  • Pedro Manoel Monteiro, "Rodrigo X Dolly: aproximações entre Orlanda Amarílis e Lygia Fagundes Telles", Revista do Centro de estudos portugueses  (São Paulo), n° 2 (1999), p. 87-88
  • Regina Aparecida do Nascimento, A mulher cabo-verdiana: relações raciais e de genero na obra de Orlanda Amarílis  (dissertação de mestrado), São Paulo: USP, 1997, n/a p.
  • Jane Fraga Tutikian, "A montagem literária do discurso nacionalista em Lídia Jorge e Orlanda Amarílis", Organon, vol. VIII, n° 22 (1994), p. 269-281
  • Carlos Gonçalves, "Orlanda Amarílis: de literatura ao cinema", A semana, ano II, n° 89 (1993), p. 11
  • Michel Laban, "Encontro com Orlanda Amarílis (entrevista)", in Michel Laban, Cabo Verde: encontro com escritores, Porto: Fundação Eng. António de Almeida, 1992, vol. 1, p. 259-278
  • Maira Aparecida Santilli, "Orlanda Amarílis: A casa dos Mastros", Colóquio / Letras  (Lisboa), n° 115 (05/1990), p. 199-200
  • Pires Laranjeira, "Mulheres, ilhas desafortunadas", in Orlanda Amarílis, A casa dos Mastros, Linda-a-Velha: ALAC, 1989, p. 9-11
  • Gregory McNab, "Sexual Difference: the Subjection of Women in Two Stories by Orlanda Amarílis", Luso-Brazilian Review, vol. 24, n° 1 (Summer 1987), p. 59-68
  • Maria Aparecida Santilli, "As mulheres-sós de Orlanda Amarílis", Cadernos de literatura  (Coimbra), n° 1 (1984), n/a p.; réédition: Maria Aparecida Santilli, Africanidade, São Paulo: Ática, 1985, p. 107-111
  • Fernando Mendonça, "Orlanda Amarílis", Revista de letras, n° 23 (1983), p. 63-70
  • Maria Aparecida Santilli, "Cais-do-Sodré té Salamansa  de Orlanda Amarílis", Gazeta literária (supl. Diário popular, Lisboa), n° n/a (15/09/1977), p. n/a
  • Ana Maria Martinho, "O fantástico na obra de Orlanda Amarílis", n/a

Cais-do-Sodré

(1974)

Ilhéu...

(1982)

A casa...

(1989)

Facécias...

(1990)

Cais-do-Sodré

(1991)

Soncente...

(1995)

tartaruguinha

(1997)