Bento Benoliel LEVY
(1911 - 1991)

Biographie


Bento Benoliel Levy est né le 3 août 1911 à Praia et meurt le 10 juin 1991 à Lisbonne, à l'âge de 79 ans.
Fils de Mary Benoliel (1883-1963) et de Jaime Monteiro Levy (1882-1960), il a une fille prénommée Fernanda.
Il fait ses études secondaires à Lisbonne, au Liceu Passos Manuel e Pedro Nunes, et poursuit ses études en Droit à l'Université de Lisbonne, obtenant sa licence en 1939. Après quoi, il retourne au Cap Vert et entreprend une carrière d'avocat à Praia, mais très rapidement il entre dans l'administration et sur la scène politique, enchaînant les fonctions à une vitesse assez impressionante:

  • administreur du Conseil de Praia (1941)
  • "vogal" du Conseil du Gouvernement (1942)
  • chef des services de l'administration civile (1946)
  • président du Conseil fiscal de la caisse générale des retraites
  • président du Centre culturel de Sotavento
  • directeur technique de l'Impensa nacional (1948)
  • 1er substitut du juge "de Direito da Comarca de Sotavento" (1949-1961)
  • directeur du Service de propagande et d'information
  • directeur du Centre d'informations et du tourisme du Cap Vert
  • fondateur et président du Rádio Clube de Cabo Verde.
  • député à l'Assemblée nationale du Portugal pour le Cap Vert (1961-1965 / 1969-1973)

Pour plus de détails sur la vie et les activités de Bento Levy, nous renvoyons au site de généalogie barrosbrito.com  (web).
A partir des années 1960, il se lance dans le monde de l'édition en devenant directeur du mensuel Cabo Verde, puis de l'hebdomadaire O archipélago  qu'il fonde en 1962 afin de promouvoir son action parlementaire, mais aussi et surtout celle de la République salazariste.

Le fait que Bento Levy ait été au "service" du gouvernement du dictateur Salazar, détestable grand perdant de l'Histoire, à pousser les historiennes et historiens à le classer dans la catégorie des "indésirables". C'est là être extrêmement réducteur et ne pas considérer le contexte politico-socio-culturel de l'époque dans l'archipel. Certes Bento Levy faisait partie intégrante de l'administration de l'Estado Novo de Salazar et donc il était un pion (volontaire) de la propagande politique. Mauvais point. Mais, d'un autre côté, il est avant tout et surtout un des plus grands défenseurs des intérêts du Cap Vert de l'époque. Pour preuve ses écrits, ses interventions dans les journaux ou à l'Assemblée, et plus simplement encore, le contenu du mensuel Cabo Verde  qu'il a dirigé pendant plus de quinze ans et qui aujourd'hui s'avère être un des fleurons culturels du pays, par lequel les plus grands auteurs capverdiens sont passés, d'Eugénio Tavares à Jorge Barbosa, en passant par Amílcar Cabral ou Ovídio Martins. Une étude méticuleuse reste donc à faire qui prendrait en compte ces deux aspects ni opposés ni symbiotiques et qui redonnerait à cet auteur la place qui lui convient dans le panorama politico-culturel capverdien.

haut

Diario de Lisboa  du 09/03/1962
(repris du blog Praia de Bote  - web)

Oeuvres littéraires


Bien que totalement oublié aujourd'hui, Bento Levy est un des personnages les plus influents de la culture capverdienne de la seconde moitié du XXe siècle. En effet, il est le directeur énergique du mensuel Cabo Verde: boletim de propaganda e informação  publié d'octobre 1949 à juin 1964 et de son fameux Suplemento cultural  (1958), mais aussi de l'hebdomadaire O Archipélago qui paraît à partir d'août 1962 à juin 1974, à Praia. Certe, ce dernier était un organisme de pure propagande du régime salazariste, offrant à lire les discours officiels, les textes légaux et autres articles de journaux publiés à Lisbonne.
Bento Leva a aussi écrit quelques ouvrages entre 1963 et 1974, tous publiés à compte d'auteur, à Praia, et aujourd'hui conservé à la BNP. Mais le plus important reste son influence sur le contenu de Cabo Verde, revue de référence culturelle incontournable pour l'histoire du Cap Vert.

haut

"A ATENCÃO DOS GOVERNANTES TEM SIDO DESPERTADA PARA ESTE POVO MARTIRIZADO PELA NATURESSA" afirmou o Dr. Bento Levy numa entrevista condedida ao Diário ilustrado  em Lisboa.

Diário ilustrado (DI) - A sua experiência, como homem e como intelectual cabo-verdiano, que caminhos lhe permite antever para a literatura da sua terra?
Bento Levy (BL) - O da universalidade, que aliás já contém. Julgo, na verdade, que os escritores cabo-verdianos, apesar da sua temática regionalista, são universais, no sentido de que os problemas focados nas suas teses são os do Homem, embora vivendo numa fracção do Universo, sem que isso implique a incompreensão do leitor em qualquer latitude em que este se situe. 
Com efeito, o escritor daquele arquipélago, ainda que mantendo a cabo-verdianidade, consegue fazer chegar o drama das ilhas mesmo àqueles que não sejam cabo-verdianos, ou nunca tenham estado em Cabo Verde. Atinge a sensibilidade do homem perante o drama pungente de outros homens em luta contra uma natureza hostil. É um mérito este aspecto, porque já vi classificar o escritor cabo-verdiano de terrantês, com o propósito (?) de minimizar a sua capacidade criadora ou limitar o interesse das suas produções.
Não me parece justo. O escritor é, de resto, um produto do meio. Ainda que o ficcionismo lhe sirva de esteio, ele, como recriador da realidade que o envolve, não pode - não deve - abstrair-se desse meio em que penetra a sua observação e experiência, sob pena de escrever "histórias de carochinha", sem qualquer utilidade social. A acusação que se faz aos nossos escritores de insistirem numa temática em que o fulcro é a fome, a deseperança, a desilusão, a partida terra-longe, não tem razão de ser. Que havia de servir de tema à geração que vai passando - graças a Deus - para expressão da sua presença literária, se são esses os factos da sua observação e experiência diárias verificáveis no seu tempo e no espaço em que vive?
Repare, por exemplo, na influéncia da ilha do Sal na poesia de Jorge Barbosa. Já leu "Pescadores", últimamente publicado? Pois leia o poema e diga-me depois quem não sentira que existem os pescadores da árida ilha do Sal e do Sol... Será uma poesia sem música e sem sonho? Mas é poesia da autêntica, cheia de ritmo, com a vantagem da inspiraçõ ambiental e, portanto, realística e de efeitos.
Todavia, tenha a certeza: se prosseguirmos na ingente tarefa da recuperação de Cabo Verde, em que estamos empenhados, a geração que se seguir não encontrará os mesmos motivos e, então, a temática será outra. De resto - comecei por acentuá-lo -, está-se notando já uma forte tendência, tanto na prosa como na poesia, para uma ficção universalista fora do ambiente local, o que é sem dúvida consequência de novos contactos e de novas experiências.
DI - Pensa que os intelectuais cabo-verdianos estão ajudando o seu povo a encontrar caminhos de bem-estar material e espiritual?
BL - Entendo que sim. Se não directamente, pelo menos de forma indirecta. Explico: o repisar da tem´tica tem, segundo creio, despertado a atenção dos governantes para esse povo martirizado pela Natureza. O surto do progresso que se tem verificado na província, desde cerca de 1948, creio que se deve, em parte, à divulgação, atraveis da ficção em prosa e poesia, da situação por vezes dolorosamente aflitiva desse povo generoso e bom - português, cem por cento, incapaz de renegar, quaisquer que sejam as circunstâncias, a Pátria de que surgiu e que é sua desde a origem. Convém acentuar que os chamados "ventos da história", que hoje tanto preocupam certos políticos, nenhuma influência exerceram para a execução das grandes obras de fomento levadas a efeito no arquipélago e que, como disse, tiveram seu início cerca de 1948, portanto, antes de começarem a soprar os tais ventos, numa actuação que podemos bem chamar a arrancada de João de Figueiredo, um governador que Cabo Verde não esquece.
DI - Depois de nos suppreender com mais esta etapa do seu dinamismo, ao assumir a direcção de mais um publicação cabo-verdiana, como entende possível conciliar todas as funções que desempenha?
BL - Difícil responder sem cair em detestável narcisismo... Mas, tentarei. Antes de mais, desejaría que se chegasse à conclusõ segura, aliás demonstrada, de que é possível manter uma publicação em Cabo Verde e... agora, mesmo duas... sem os meios de um Assis Chateaubriand... Para isso, não me poupei ao sacrifício - gratuiro, registe bem - de, durante mais de treze anos consecutivos e sem falhar uma só vez, arcar com as responsabilidades da publicação mensal do Boletim Cabo Verde. Desde há muito que se insistia pela publicação de um jornal... Resisti o mais que pude a várias tentativas que junto de mim foram feitas para dirigir esse jornal, e consegui durante algum tempo evitar que o facto se consumasse, não porque considerasse dispens´vel a publicação, mas porque... era muita coisa para um homem só... Finalmente, não pude resistir à juventude, ao extraordinário dinamismo, à sinceridade, ao enorme desejo de servir e de ser útil ao País de que o Prof. Dr. Adriano Moreira tem sido um dos exemplos mais compreensivos e de maior prejecção na hora que atravessamos. Convidado por este grande ministro a dirigir O arquipélago, não pude, não soube, não fui capaz de lhe dizer que não. Com um grupo de colaboradores que escolhi para constituir o corpo redactorial e com os meios materiais que o ilustre ministro pôs à nossa disposiçõ. O arquipélago vai sen do uma realidade, do mesmo passo que se tem conseguido manter o Cabo Verde, agora numa nova fase - documental e de cultura - para se conciliarem as duas publicações.
Claro que o Boletim  perdeu - digamos - a sua popularidade, mas em compensação, O arquipélago  que começou com uma tiragem de mil exemplares, teve de a aumentar já para três mil.
Tudo isto, que não é pouco, aliado à circunstância de ser eu também deputado pela província, além de nela exercer outras funções, justifica a sua pergunta sobre a possibilidade de conciliar todas essas actividades. Dir-lhe-ei que "querer é poder" e acrescento, num trocadilho fácil: enquanto puder... vou querendo... E seja o que Deus quiser..."

Cabo Verde: boletim documental e de cultura, ano XIV, nova fase, n° 5 / 161 (01/03/1963), p. 16-17

haut

Bibliographie


Oeuvres

  • Em defesa própria (subsídios para uma história do jornalismo em Cabo Verde, Praia: B.B. Levy, 1974, 22 p., 21 cm.
  • O Sr. deputado Bento Levy na Assembleia nacional tratou de problemas de Cabo Verde, Lisboa / Porto Novo: Companhia da Pozolana de Cabo Verde, 1968, 6 p.
  • No final de um mandato, Praia: B.B. Levy, 1965, 171 p., 22 cm.
  • No cumprimento de um mandato, Praia: B. Levy, 1963, 126 p., 21 cm.
  • Das razões porque devemos todos votar no dia 12 de Novembro próximo, Praia: Imprensa nacional, 1961, 11 p.

Périodiques

  • "Intervenção do Dr. Bento Levy, deputado por Cabo Verde na Assembleia nacional", O Arquipélago, ano VIII, n° 396 (1970), p. 1-3
  • "Jornada de portuguesismo", Boletim geral do Ultramar, n° 523-524 (01-02/1969), p. 248-249
  • "Cabo Verde e o turismo", Ultramar, vol. VII, n° 27-28 (1967), p. 147-152
  • "Discurso do Sr. Deputado Bento Levy", Plano intercalar de Fomento para 1965-1967  (Lisboa), vol. III (1965), p. 244-246
  • Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XV, nova fase, n° 16-18 / 172-174 (01-03/1964):
  1. "Cabo Verde na Assembleia nacional: a viagem do chefe de Estado a Angola", p. 21-24
  2. "Havemos de vencer, para transmitirmos às gerações que nos secederem um património em condições que lhes não consintam as mesmas razões de queixa que a inércia dos que nos precederam nos permite sustentar", p. 40-49
  • "Conversa com o leitor", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XIV, nova fase, n° 10-12 / 166-168 (07-09/1963), p. 1-3
  • "A última intervenção do deputado Bento Levy na Assemblea nacional", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XIV, nova fase, n° 8 / 164 (05/1963), p. 12-15
  • "A atenção dos governantes tem sido despertada para este povo martirizado pela natureza (entrevista concedida ao Diário ilustrado)", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XIV, nova fase, n° 6 / 162 (03/1963), p. 16-17
  • "Continuemos a valorizar Cabo Verde: plantando dá!", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XIV, nova fase, n° 5 / 161 (1963), p. 18-26
  • "Na senda de novos rumos", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XIV, nova fase, n° 1 / 157 (10/1962), p. 1-2
  • Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XIV, n° 156 (09/1962):
  1. "Na senda dos novos rumos", p. 1-2
  2. "Notas do canhenho de um Cabo-verdiano", p. 3-6
  • "Heróis cabo-verdianos: discurso na Assembleia nacional", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XIII, n° 152 (1962), p. 1-4
  • "O deputado cabo-verdiano, Dr. Bento Levy, fala de novo na Assembleia nacional", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XIII, n° 151 (04/1962), p. 16-21
  • "O portuguesismo dos Cabo-verdeanos foi exaltado pelo Dr. Bento Levy numa das sessões da Assembleia nacional", Diário de Luanda, ano XXXII, n° 9'837 (18/03/1962), p. 3 et 10
  • "É preciso que todos estejamos aptos a desfazer os falsos conceitos formados acerca das ilhas", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XIII, n° 149 (02/1962), p. 20-29
  • "Mensagem a Cabo Verde", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XIII, n° 147 (12/1961), p. 1-2
  • "Ao povo de Cabo Verde", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XIII, n° 146 (11/1961), p. 1-3
  • "Notas do canhenho de um Cabo-verdiano", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XIII, n° 145 (10/1961), p. 5-6
  • "Cabo Verde: as possibilidades de Cabo Verde para se tornar grande centro de turismo" (extraido do Diário de Notícias, 01/08/1961), Boletim geral do Ultramar, vol. XXXVII, n° 434-435 (08-09/1961), p. 317-324
  • "Notas do canhenho de um Cabo-verdiano", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XII, n° 142 (07/1961), p. 3-4
  • "Notas do canhenho de um Cabo-verdiano", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XII, n° 141 (06/1961), p. 3-6
  • "Notas do canhenho de um Cabo-verdiano", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XII, n° 136 (01/1961), p. 3-6
  • "O director do Cabo Verde  fala ao Diário ilustrado  sobre a cultura cabo-verdiana", "Notas do canhenho de um Cabo-verdiano", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XI, n° 132 (09/1960), p. 8-9
  • "Notas do canhenho de um Cabo-verdiano", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XI, n° 128 (05/1960), p. 4-5
  • "Notas do canhenho de um Cabo-verdiano", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XI, n° 127 (04/1960), p. 3-6
  • "Notas do canhenho de um Cabo-verdiano", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XI, n° 126 (03/1960), p. 6-8
  • Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XI, n° 124 (01/1960):
  1. "Um ano depois", p. 1-2
  2. "Notas do canhenho de um Cabo-verdiano", p. 25-28
  • "Notas do canhenho de um Cabo-verdiano", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano XI, n° 118 (07/1959), p. 4-7
  • "Notas do canhenho de um Cabo-verdiano", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano X, n° 117 (06/1959), p. 3-6
  • "Meio milénio do achamento de Cabo Verde (1460-1960)", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano X, n° 116 (05/1959), p. 27-29
  • "Notas do canhenho de um Cabo-verdiano", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano IX, n° 108 (09/1958), p. 17-19
  • "Notas do canhenho de um Cabo-verdiano: turismo em Cabo Verde?", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano IX, n° 100 (01/1958), p. 5-8
  • "Notas do canhendo de um Cabo-verdiano", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano VIII, n° 93 (06/1957), p. 3-6
  • "A razão de Portugal", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano VIII, n° 90 (1957), p. 1-2
  • "Notas à margem da 6a reunião da CIAO", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano VIII, n° 85 (10/1956), p. 23-27
  • "À margem duma página em branco", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano VII, n° 79 (1956), p. 3-5
  • "Nota do mês", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano VII, n° 78 (1956), p. 1-2
  • "Retalhos da rádio", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano VI, n° 72 (1955), p. 22-24
  • "Entrevista do Dr. Bento Levy", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano VI, n° 69 (06/1955), p. 25
  • "Um Cabo-verdiano em Cabo Verde: notas de uma viagem", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano VI, n° 66 (03/1955), p. 3-6
  • "Um Cabo-verdiano em Cabo Verde: notas de uma viagem", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano VI, n° 65 (02/1955), p. 9-12
  • Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano VI, n° 64 (01/1955):
  1. "Um Cabo-verdiano em Cabo Verde: notas de uma viagem", p. 19-23
  2. "O povo e alguns problemas de Cabo Verde vistos pelo seu governador numa entrevista de Bento Levy com sua excelência o Dr. Manuel Marques de Abrantes Amaral",  p. 24-32
  • "Apontamento", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano V, n° 61 (1954), p. 1-2
  • "À maneira de relatório: fechando o ano", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano V, n° 60 (1954), p. 1-2
  • "Mensagem a Sua Excelência, o Presidente da Républica", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano V, n° 58 (1954), p. 1
  • "Salazar falou", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano V, n° 56 (1954), p. 1
  • "Nova jornada", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano V, n° 51 (1953), p. 1
  • "Exito", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano IV, n° 48 (1953), p. 1
  • "Carta ao leitor", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano IV, n° 47 (1953), p. 1
  • "Seja benvindo", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano IV, n° 45 (1953), p. 1
  • "Salazar", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano IV, n° 43 (1953), p. 1
  • "E continuaremos", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano III, n° 36 (1952), p. 1
  • "Unidade", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano III, n° 35 (1952), p. 1
  • "O Io Congresso nacional de medicina tropical", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano III, n° 33 (1952), p. 16-21
  • "Concurso literário", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano III, n° 32 (1952), p. 1
  • "Cabo Verde no conjunto português", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano III, n° 29 (1952), p. 1
  • "Carmona: um homem, um exemplo", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano II, n° 20 (1951), p. 1
  • "Pro domo", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano II, n° 19 (1951), p. 1-2
  • "Documentário: politica de unidade", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano II, n° 16 (1950), p. 4-7
  • "Temos de reagir", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano IV, n° 42 (1953), p. 1-2
  • Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano I, n° 6 (1950):
  1. "Já é tempo", p. 1-2
  2. "Conclusão de uma entrevista", p. 12-14
  • "Est modus in rebus", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano I, n° 5 (1950), p. 1
  • "Em marcha", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano I, n° 2 (1949), p. 2
  • "A nossa finalidade", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano I, n° 1 (1949), p. 10​

haut

Etudes critiques


  • "Bento Levy, deputado por Cabo Verde à Assembleia nacional de Portugal", Praia de Bote, 31/07/2015, en ligne  (web: reprend pour l'essentiel l'information du site barrosbrito.com)
  • João Nobre de Oliveira, A imprensa cabo-verdiana (1820-1975), Macau: Fundação Macau, 1998, p. 747-748
  • Carlos Alberto Monteiro Leite, "Carta aberta ao Dr. Bento Levy", Cabo Verde: boletim de propaganda e informação, ano X, n° 109 (10/1958), p. 3-5