Bernardina Oliveira Salústio
alias Dina SALÚSTIO
née en 1941

Biographie

Bernardina Oliveira Salústio, alias Dina Salústio, est né en 1941 sur l'île de Santo Antão.
Professeur, assistante sociale ou encore journaliste, elle a travaille au Portugal, en Angola et bien sûr au Cap Vert.
​Elle vit actuellement au Portugal.

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Oeuvre littéraire


Dina Salústio est une écrivaine - journaliste, qui écrit aussi bien de la littérature pour les enfants, que de la littérature pour les adultes.
Son oeuvre la plus connue est probablement un recueil de 35 contes intitulé Mornas eram as noites publié en 1994.La même année, elle reçoit le premier Prémio de literatura infantil em Cabo Verde.
Membre de l'Assosication des écrivains capverdiens (AEC), elle collabore à plusieurs périodiques locaux et du monde lusophone.
En 1998, elle publie son premier roman, A louca de Serrano.
En 1999, elle remporte le troisième Prémio de literatura infantil du PALOP avec son livre A estrelinha Tlim Tlim.

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Structure de Mornas eram as noites  (1999)

  • Liberdade adiada
  • A oportunidade  do grito
  • Morrer de amor
  • Campeão de coisa nenhuma
  • Onde está a verdade?
  • Uma viagem de saudade
  • Foram as dores que o mataram
  • Filho és. Pai serás
  • ... Ou quando Santo Antão é apenas silêncio
  • Para quando crianças de Junho a Junho?
  • Ele queria tão pouco
  • E porque havia de não gostar?
  • Um ilegítimo desejo
  • Mãe não é mulher
  • Forçadamente mulher, forçadamente mãe
  • Sem idade sem verdade
  • O conhecimento em debate
  • A indústria de tambores
  • Please come back to me
  • Filho de Deus nenhum
  • Álcool na noite
  • Tabus em saldo
  • O que é isso de liberdade?
  • Com todo o respeito, um camarada
  • Um encontro para depois
  • Natal
  • Eram todas finalistas
  • A traição do tempo
  • A alegria dos sapos
  • Vingança crioulas
  • Sem remorsos
  • Os caminhos insondáveis do profeta
  • Conversas de comadres
  • Rosa negra
  • Ponto final

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(s.t.)

Por que havias de chegar
num dia enevoado de bruma
nessa manhã de vento forte que me roubou
a (minha) máscara?
Por que havias de entrar
num dia de porta aberta
e me surpreender nua
a um canto tiritando
procurando confusa os trapos
para me tapar?
Por que nesse maldito dia
em que desprevenida
lavava uma saudade
e arrumava a um canto
um tempo que me doía?
Por que terias que me abraçar
e me chamar mulher
e abrir a janela e inventar um sol,
sussurrar uma canção?
Para quê?
Se foi o tempo de um cigarro?

Mirabilis de veias ao sol..., 1988, p. 152

TABUS EM SALDO

Se tivesse nascido macho era um rapaz, ma s como nasceu fêmea é mulher. As fêmeas são sempre mulheres. Mas mesmo mulheres, elas são de todas nós. P ara serem protegidas. No entanto, já que têm tudo para serem motivo de tudo, há outras de nós que as desejam para o folclore das fantasias e para o en cobrimento ridículo e camuflado da irracionalidade do estar.
De repente – ou terá sido assim tão de repente? – vamos aos esconderijos privados desta sociedade que dolorosamente ou não, recorre a proibições, enfatiza princípios, agrupa - os em tabus para defesa mínima de um certo decoro, ou, dando uma de evoluídas, parcelas outras há que embandeiradas na necessidade de se cortar de vez com a hipocrisia social, em nome do progresso e outras mais, arranham a ferida onde ela dói mais: as crianças e as adolescentes.
Não satisfaz mais a orquestrada exploração da candura das meninas europeias, a sedução das orientais, a instrumentalização das americanas do sul e do norte. Não. É preciso vir para mais perto. Temos uma juventude tão bonita que há que se retirar dividendos, transformando - as em objetos de gozo mais sofisticado, em produtos rentáveis. E por isso vamos, outros de nós, aos liceus, às escolas para envolver em collants e transparências e expô - las em fotos aos instintos dos curiosos de outros.
O negócio rende. Cada espiadela vinte escudos, diz-se. Dois rebuçados ao fim e ao cabo. Barato como nós, a nossa autenticidade, as ambições, os sentires, o orgulho e a existência. Dois rebuçados: o custo de uma espreitadela ao clandestino filmado das nossas crianças fêmeas.
A gargalhada forte de um grupo de meninas perturba-me de alegria, mas imediatamente olho para os lados com medo que algum fotógrafo, caçador de corpos, esteja por perto para um primeiro contato.
Desisti de querer ver mais. É o que a maioria faz, por cobardia, vergonha e secretos desejos que as coisas ruins deixem de acontecer.
Para depois ficam a luta, a briga e a denúncia. E as consciências tranquilizam-se com a promessa.
... À noite, na televisão, passou um filme sobre a prostituição infantil, em várias nuances. Eram crianças americanas. Podiam ser cabo-verdianas.
Era o primeiro dia do Ano novo de 1992. A primeira noite.

Mornas eram as noites, 1999, p. 58-59

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Bibliographie


Oeuvres
  • Veromar, Praia: Rosa de Porcelana Editora, 2019, 290 p., 22 cm.
  • Filhos de Deus, Praia: IBNL, 2018, 139 p., 21 cm.
  • (ES) Cálidas eran las noches, Tenerife (Isla Canarias): Ediciones Baile del Sol, 12/2012, 88 p. (trad. Silvia Capón Sánchez / coll. Sitio de fuego)
  • Filhas do vento, Praia: IBNL, 2009, 278 p., 21 cm.  (coll. Artes e letras)
  • Cabo Verde, 30 anos de edições: 1975-2005, Praia: IBNL, 2005, 305 p., 25 cm. (coll. Documentos e reedições / en collab. avec Joaquim Morais et Sandra Teixeira)
  • Mornas eram as noites, Praia: IBNL, 2002, 80 p. (coll. Ficção)
  • D.S. / Marilene Pereira, O que os olhos não vêem, Praia: Instituto Camões - Centro cultural português, 2002, 18 p., 25 cm. (coll. infanto-juvenis, n° 9)
  • Violência contra as mulheres, Praia: Instituto da condiçõ feminina (ICF), 1999, 93 p.; réédition, 2001?
  • Mornas eram as noites, Lisboa: Instituto Camões, 1999, 91 p., 21 cm. (coll. Lusófona)
  • A louca de Serrano, Praia: Edições Spleen, 1998, 212 p., 21 cm.; rééditions: 2001 (2a ed.), 2012 (3a ed.)
  • A estrelinha Tlim Tlim, Praia / Mindelo: Centro cultural português, 1998, (14) p. (ilustrações de Júlio Resende)
  • Mornas eram as noites, Praia: ICL, 06/1994, 76 p., 21 cm. (coll. Ficção); réédition: 1998
Périodiques
  • "Pára mar, pára", Expresso das ilhas, n° 927 (11/09/2019), p. 23
  • "A crítica literária nos meios pequenos ou… uma rua chamada planeta (II)", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XXVII, n° 143-144 (07-08/2017), p. 15
  • "A crítica literária nos meios pequenos ou… uma rua chamada planeta (I)", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XXVI, n° 141-142 (12/2016 - 01/2017), p. 26
  • "Isto, se por acaso ele vem de alguma pátria", Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano VIII, n° 29 (05-06/1999), p. 22
  • (SE) "Bordeira (övers av Irene Anderberg)", Karavan: litterär tidskrift på resa mellan kulturer, n° 3 (1999), p. 91
  • (SE) "Kreolskornas hämnd (berättelse Utdrag ur nätterna är serenader (Mornas eram as noites) / övers Irene Anderberg)", Halva Världens Litteratur: litterär tidskrift på resa mellan kulturer, n° 1 (1998), p. 15-16
  • "Gentes", A semana, ano IV, n° 185 (1994), p. 17
  • "Como mobilizar vontades para ajudar os nossos menores?", A semana, ano IV, n° 182 (1994), p. 13
  • "No feminino", Tribuna  (Praia), n° 22 (04/1986), p. 1 et 8
  • "... para onde o fumo dos meus queima perfumes? (01/10/1984)", Ponto e virgula: revista de intercâmbio cultural, n° especial (02/10/1984), p. 7
Recueils collectifs - Anthologies - Autres
  • "Uma rua chamada planeta", in Christina Bielinski Ramalho (ed.), Literatura entre irmãos: Brasil e Cabo Verde, Aracaju (Brasil): Editora Brasil Casual, 2017, p. n/a
  • "Condição de ilhéu", in Onésimo Teotónio Almeida / Roberto Carneiro / Artur Teodoro de Matos (ed.), A condição de ilhéu, Lisboa: Centro de estudos dos povos e culturas de expressão portuguesa, 2017, p. n/a  (web: tdm)
  • "Por que havias de chegar", in Erica Antunes Pereira / Maria de Fátima Fernandes / Simone Caputo Gomes (ed.), Cabo Verde, 100 poemas escolhidos, Praia: Ed. Pedro Cardoso, 2016, p. 114
  • Amosse Mucavele (ed.), A arqueologia da palavra e a anatomia da língua: antologia poética, Maputo: Revista de literatura moçambicana e lusófona, 2013:
  1. "sans titre (Por que havias de chegar)", p. 107
  2. "sans titre (Estavas do avesso. Despudoradamente)", p. 108
  • Ricardo Riso (ed.), "Cabo Verde: antologia de poesia contemporânea", Revista Africa e , Afrícanidades, ano IV, n° 13 (05/2011):
  1. "sans titre (Por que havias de chegar)", p. 39
  2. "sans titre (Estavas do avesso...), p. 40
  3. "Apanhar é ruim demais", p. 41-42
  • "n/a", in Ondina Ferreira, Elas contam..., Praia: IBNL, 2008, p. n/a 
  • "Apresentação", in Tiago Estrela, O mar nos selos postais da República de Cabo Verde (1976-2003), Praia: IBNL, 2003, p. n/a
  • "Apanhar é ruim demais", in Carmen Lúcia Tindó Ribeiro Secco (ed.), Antologia do mar na poesia africana de língua portuguesa do século XX, vol. II: Cap Vert, Rio de Janeiro: UFRJ, 1999, p. 123-125
  • Manuel Veiga (ed.), Cabo Verde: insularidade e literatura / Insularité et littérature aux îles du Cap Vert, Paris: Editions Karthala, 1998:
  1. "Insularidade na literatura cabo-verdiana / Insularité, évasion et résistance", p. 33-44 (FR)
  2. "Vítreas labaredas", p. 219-224 (FR)
  • José Luís Hoppfer Cordeiro Almada (ed.), Mirabilis de Veias ao Sol: antologia dos novíssimos poetas cabo-verdianos, Lisboa: Caminho, 1988:
  1. "Porque havias de chegar", p. 152
  2. "Estranha-me que aragens e arrepios", p. 153
  3. "Chegam notícias de barcos no fundo", p. 154
  4. "Estavas do avesso", p. 155
  5. "Geme-se grita-se expulsa-se", p. 156
  6. "Apanhar é ruim demais", p. 157-159

Etudes critiques


  • António Monteiro, "Em conversa com Dina Salústio e Vera Duarte (entrevista - parte II)", Expresso das ilhas, n° 925 (21/08/2019), p. 24-25
  • António Monteiro, "Em conversa com Dina Salústio e Vera Duarte (entrevista - parte I)", Expresso das ilhas, n° 924 (14/08/2019), p. 24-25
  • anonyme, "A louca de Serrano  entre os finalistas ao Prémio PEN de tradução", A nação: jornal independente, ano XI, n° 567 (12/07/2018), p. E8
  • António Chantre Neves, "Adelaide Monteiro, curadora da Biblioteca nacional, anuncia: Mornas eram as noites  de Dina Salústio vai ser leitura obrigatória nas escolas", A nação: jornal independente, ano XII, n° 609 (02/05/2019), p. 2-3 suplemento
  • António Chantre Neves, "Filhos de Deus, 35 contos de Dina Salústio", A nação: jornal independente, ano XI, n° 559 (17/05/2018), p. E5  (web)
  • Claudia Arrendo, "Não é o escritor que vai à procura da realidade, a realidade é tão forte que nos obriga a escrever (entrevista)", Ponto final  (Macau), 26/02/2018, en ligne  (web)
  • Artiletra: JORE / Jornal revista de educação, ciência e cultura, ano XXV, n° 140 (12/2016):
  1. Larissa Rodrigues, "Dina Salústio – Prémio Rosalia de Castro 2016", p. 5 + 7
  2. Teresa Sofia Fortes, "Embaixada de Espanha homenageia Dina Salústio e Rosalái de Castro", p. 7
  • Chissana Magalhães, "Dina Salústio, escritora: "A Academia cabo-verdiana de letras pode dar mais visibilidade às pioneiras da escrita em Cabo Verde (entrevista)", Expressão Ilhas, nº 769 (24/08/2016), en ligne  (web)
  • Elfi Kürten Fenske (org.), "Dina Salústio - poeta e prosadora cabo-verdiana", Templo Cultural Delfos, 10/2016, en ligne  (web)
  • Demétrio Alves Paz, "Mornas eram as noites  ou viagem ao redor de Cabo Verde com Dina Salústio", Abril  (Niterói), n° 8 (2016), p. 65-75  (web)
  • Maria Teresa Salgado Guimarães da Silva, "Dina Salústio: formas de valorizar as experiências", in Estudos da AIL em literaturas e culturas africanas de língua portuguesa, Santiago de Compostela / Coimbra: Associação internacional de lusitanistas, 11/2015, p. 95-100  (web)
  • Julian Primi Braga, "Entre dois mundo: a loucura feminina em A louca de Serrano  de Dina Salústio", in António Aparecido Mantovani / Érica Antunes Pereira / Simone Caputo Gomes (ed.), Literatura cabo-verdiana: leituras universitárias, Cáceres (Mato Grosso): UNEMAT Editora, 2015, p. 86-98  (web)
  • Geni Mendes de Brito / Tânia Maria de Araújo Lima, "Dina Salústio e a violência de gênero na literatura cabo-verdiana", Veredas: revista da Associação internacional de lusitanistas, n° 24 (2015), p. 55-69  (web)
  • Luana Antunes Costa, A voz da noite: subversão feminina na escrita de Dina Salústio, in Anais do VII Seminário Internacional e XVI Seminário Nacional Mulher e Literatura, Caxias do Sul (Brasil): EDUCS, 2015. vol. 1. p. 63-70
  • Suellen Marques, "Isto não é uma resenha: Mornas eram as noites", Literarum scienta, 28/12/2015, en ligne  (web)
  • Maria Tavares, "Das margens e dos centros: uma leitura d'A louca de Serrano  de Dina Salústio", in Fabio Mario da Silva (ed.), O feminino nas literaturas africanas em língua portuguesa, Lisboa: CLEPUL, 10/2014, p. 67-100  web)
  • Guilherme Delgado Oliveira, A crónica no panorama literário cultural cabo-verdiano: da crítica social a uma preocupação humanitária. Salústio e Medina: dois casos paradigmáticos, Lisboa: Universidade Arberta, 27/04/2014, 115 p.  (web)
  • Maria Teresa Salgado Guimaraes da Silva, Dina Salústio, formas de valorizar experiências. Vozes femininas de África, Franckfurt am Main / Berlin / Bern...: Peter Lang, 2014, 179 p.
  • Juliana Primi Braga, "Entre dois mundos: a loucura feminina em A Louca de Serrano  de Dina Salústio e O Alegre Canto da Perdiz  de Paulina Chiziane", Scripta (PUCMG), n° 18 (2014), p. 87-104,
  • Julian Primi Braga, Entre dois mundo: a loucura feminina em  A louca de Serrano de Dina Salústio e  O alegre canto da perdiz de Paulina Chiziane  (tese de doutorado), São Paulo: Univesidade de São Paulo, 2013, 139 p.  web)
  • Simone Caputo Gomes, "O conto de Dina Salústio: um marco na literatura cabo-verdiana", Idioma  (UERJ), n° 25 (2013), p. 52-70  web)
  • Mauricio Oliveira Rios, Literatura cabo-verdiana e discussão de gênero: propostas para masculinidades e feminilidades em obras de Evel Rocha, Germano Almeida e Dina Salústio (dissertação de mestrado), São Paulo: Universidade de São Paulo, 2012, 282 p.  (web)
  • Mailiza Rodrigues Toledo e Souza, "Quando a literatura reflete a vida: retratos da violência de gênero nos contos "Foram as dores que o mataram" de Dina Salústio e "Descartável" de Fernando Monteiro", Via Atlântica: publicação da área de estudos comparados de literaturas de língua portuguesa  (São Paulo), n° 24 (12/2013), p. 149-160  (​web - pdf=voir Fernando Monteiro)
  • Simone Caputo Gomes, "O conto de Dina Salústio: um marco na literatura cabo-verdiana", Forma Breve  (Universidade de Aveiro), n° 9 (2012), p. 265-284  (web)
  • Alessandra Maria Cabral Sá do Nascimento Pires, "Dina Salústio", in Monica Rector / Richard Vernon (ed.), Dictionary of Literary Biography: Lusophone African Writers, Columbia (South Carolina): Bruccoli Clark Layman, 2012, vol. 367, p. 165-168
  • Avani Souza Silva, "Estórias de casa: o papel dominador da mãe em uma crônica da caboverdiana Dina Salústio", in Anais do XIVo seminário Mulher e literatura: palavra e poder representações literárias  (Brasília), 2012, vol. 1, p. n/a
  • Ricardo Silva Ramos de Souza, "Conceição Evaristo e Dina Salústio", A nação  (Praia), n° n/a (15/03/2012), p. 22
  • Mauricio Oliveira Rios, "A representação das masculinidades em Mornas eram as noites  de Di Salústio", in Leni Ribeiro Leite / Maria Mirtis Caser / Paulo Roberto Sodré / Stelamaris Coser (ed.), Leitor, leitora: literatura, recepção, gênero, Vitória: Edufes/PPGL, 2011, vol. 1, p. 469-472
  • Assunção de Maria Sousa e Silva, "A poesia de Vera Duarte e Dina Salústio", Revista África e Africanidades, vol. IV (2011), p. n/a
  • Ricardo Silva Ramos de Souza, "Dina Salústio - contra a violência, a literatura", A nação  (Praia), nº 127 (04/02/2010), p. 33
  • Juliana Primi Braga. "Entre dois mundos: um olhar sobre a loucura feminina nos romances O Alegre Canto da Perdiz  de Paulina Chiziane e A Louca de Serrano de Dina Salústio", Cadernos CESPUC de Pesquisa, n° 20 (2010), p. 196-203
  • Letícia Nunes Gomes, Memória e loucura: o movimento da insularidade em  A louca de serrano de Dina Salústio (dissertação do mestrado), Rio Grande: Universidade Federal do Rio Grande (FURG), 2010, 94 p.   (web)
  • Elizangela de Almeida Silva, "Literatura feminista caboverdiana nas obras de Orlanda Amarílis e Dina Salústio: breves reflexões", Confederaçõ nacional dos trabalhadores em educação (CNTE), 2010ca, en ligne  (web)
  • Maria Teresa Salgado Guimaraes da Silva, "Noites nada mornas de Dina Salústio: a oportunidade do diálogo", Santa Barbara Portuguese Studies, n° 10 (2009), p. 169-175
  • Giselly Pereira de Carvalho Soares Pereira / Lucimar Francisco Ribeiro, "Erotismo e consciência social na poesia e na pintura caboverdianas de Dina Salústio e José Maria Barreto", Revista África e Africanidades, ano I, n° 2 (08/2008), n.p.  (web)
  • Ricardo Riso, "Dina Salústio: Mornas eram as noites", in Riso - sonhos não envelhecem, (30/01/2008), en ligne  (web)
  • Maria Teresa Salgado, "Noites nada mornas de Dina Salústio: a oportunidade do diálogo", Abril: revista do Núcleo estudos de literaturas portuguesa e africanas da UFF, vol. 1, n° 1 (08/2008), p. n/a 
  • José Luís Hopffer Almada, "A louca de Serrano  de Dina Salústio", A semana, n° n/a (30/12/2007), p. n/a
  • Patrícia Lucas da Silva, Uma leitura da poética de Dina Salústio - Monteiro Lobato, Macaé (Brasil): Faculdade de filosofia, ciências e letras de Macaé (FAFIMA), 2007, n/a p.
  • Jorge Vicente Valentim, "Do conto ao canto: as mornas cabo-verdianas na voz feminina de Dina Salústio", in Inocência Mata / Laura C. Padilha (ed.), A mulher em África: vozes de uma margem sempre presente, Lisboa: Edições Colibri, 2007, p. 253-268
  • Maria do Carmo Sepúlveda Campos / Maria Teresa Salgado / Simone Caputo Gomes, "Mulher com paisagem ao fundo: Dina Salústio apresenta Cabo Verde", in Maria do Carmo Sepúlveda Campos / Maria Teresa Salgado (org.), África e Brasil: letras em laços, São Caetano do Sul (Brasil): Yendis editora, vol. 1, 2006, p. 97-117
  • Fátima Cristina Correia de Oliveira, Marcas da insularidade no romance cabo-verdiano:  A Louca de Serrano de Dina Salústio  (tese de mestrado), Lisboa: Universidade Nova, 2004, 155 f.
  • Diego de Albuquerque Alves Moreira, "O riso legítimo de Mornas eram as noites  de Dina Salústio", União dos escritores angolanos, (2002ca), en ligne  (web)
  • Jorge Vicente Valentim, "Música do silêncio: o canto e a voz em Mornas eram as noites  de Dina Salústio", in Silvio Renato Jorge / Ida Maria S. F. Alves (ed.), A palavra silenciada. Estudos de Literatura Portuguesa e Africana, Rio de Janeiro: Vício de Leitura, 2001,p. 101-107
  • Simone Caputo Gomes, "Mulher com paisagem ao fundo: Dina Salústio apresenta Cabo Verde", in Maria do Carmo Sepúlveda Campos / Maria Teresa Salgado (org.), África e Brasil: letras em laços, Rio de Janeiro: Atlântica, vol. 1, 2000, p. 113-132
  • Julia Hissa Ribeiro da Fonseca, "Mulheres caboverdianas: os perfis na obra de Dina Salústio", Revista Augustus  (Rio de Janeiro), vol. 9, 1999, p. n/a
  • (SE) Irene Anderberg, "Om Dina Salùstio", Karavan: litterär tidskrift på resa mellan kulturer, n° 3 (1999), p. 91
  • (SE) Irene Anderberg, "Om tokan från Serrano och andra", Halva Världens Litteratur: litterär tidskrift på resa mellan kulturer, n° 1 (1998), p. 14
  • Daniel Spínola, "Mornas eram as noites", in Cabo Verde: insularidade e literatura, Paris: Karthala, 1998, p. 205-208
  • Marilene Pereira, "Dina Salústio com saudades da Louca de Serrano", A semana, ano VIII, n° 350 (1998), p. 2
  • Sonia Maria Santos, Mornas eram as Noites de Dina Salústio  (dissertação de mestrado), Niterói (Brasil): Universidade Federal Fluminense (UFF), 1997, n/a p.
  • Simone Caputo Gomes, "Dina Salústio e vera Duarte: a mulher (se) escreve em Cabo verde", in Congresso Internacional o rosto feminino da expansão portuguesa II, São Paulo: Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres, 1995, n/a p.

Mornas

(1994)

Estrelinha...

(1998)

A louca...

(1998)

Mornas...

(1999)

Mornas...

(2002)

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(2018)

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(2019)